
A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 2ª Divisão de Repressão a Roubos (2ª DRR) de Araguaína, integrante da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), prendeu na noite desse domingo, 8, em Araguaína, dois investigados por integrarem uma organização criminosa especializada em roubo de cargas de bebidas no norte do estado. A ação marca a 1ª fase daOperação Eclipse, que apura a atuação do grupo em crimes registrados entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, e contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Com suporte logístico da PRF, a divisão de roubos conseguiu o mapeamento das rodovias utilizadas pelo grupo, o que facilitou o monitoramento dos alvos e a identificação dos envolvidos nos crimes.
A investigação aponta que a quadrilha é responsável por seis roubos de cargas de bebidas, tendo como alvo sempre a mesma empresa. Cinco dos crimes ocorreram em rodovia, na altura do município de Wanderlândia; e um no setor JK, em Araguaína. O grupo atuava de forma estruturada, com divisão de tarefas e uso de artifícios para dificultar a ação policial, como luvas, balaclavas, bloqueadores de GPS e utilização de cativeiros sem sinal telefônico.
Omodo de agirconsistia na abordagem do caminhoneiro com o uso de um carro de passeio. Mediante ameaça com arma de fogo, a vítima era rendida e mantida sob domínio dos autores. Na sequência, o caminhão tinha o sistema de rastreamento desativado e o motorista era amarrado e vendado. Em seguida, um segundo caminhão, utilizado pelos investigados, chegava ao ponto indicado para a transferência da carga. Após a ação, o motorista era deixado no local e os autores seguiam para o estado do Maranhão, onde a mercadoria era comercializada.
Até o momento, a 2ª DRR prendeu três investigados no âmbito das investigações, sendo dois nesta fase da operação; e um anteriormente. Entre os presos está um dos líderes do grupo, apontado como responsável pelo planejamento e pela coordenação das ações criminosas.
O delegado titular da 2ª DRR, Fellipe Crivelaro, destacou que as prisões representam um avanço na desarticulação do grupo. “A investigação permitiu identificar integrantes da organização e o papel de cada um nas ações criminosas. A prisão dos investigados fortalece o trabalho de responsabilização penal e contribui para o esclarecimento dos roubos. AOperação Eclipsesegue em andamento com o objetivo de localizar outros envolvidos”, afirmou.
Após os procedimentos legais, os presos foram encaminhados à Unidade Prisional de Araguaína, onde permanecem à disposição da Justiça. As investigações continuam, com o objetivo de desarticular completamente a organização criminosa.
Operação Eclipse
O nome da operação faz referência à empresa vítima dos crimes e simboliza a interrupção das ações do grupo, com a desarticulação do esquema que garantia vantagem financeira aos investigados.
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