
O senador Cleitinho (Republicanos-MG), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (7), chamou a atenção para a situação de calamidade enfrentada pelo Rio Grande do Sul devido às intensas chuvas que assolam o estado. O senador destacou que solidariedade e postagens em redes sociais não são capazes de resolver os problemas enfrentados pelo estado. Segundo o senador, o que realmente resolverá a situação do estado é o investimento financeiro adequado.
Cleitinho mencionou algumas medidas que acredita serem necessárias como a devolução mensal dos recursos não utilizados pelos parlamentares. Sugeriu que as economias do Senado também sejam destinadas ao estado. O senador afirmou que já economizou e devolveu recursos em seu primeiro ano de mandato e está disposto a continuar fazendo isso para ajudar o Rio Grande do Sul. Ele também abordou a questão do fundo eleitoral e defendeu que todo o dinheiro seja devolvido para o Rio Grande do Sul, afirmando que é possível fazer política sem depender desses recursos.
— Estamos falando este ano de quase R$ 5 bilhões para político fazer campanha. Faço uma pergunta para a população brasileira que está me vendo agora aqui: vocês preferem investir em campanha política este ano ou pegar esses quase R$ 5 bilhões e devolver para o Rio Grande do Sul? Eu acredito que toda a população brasileira, 99% ou até 100%, vai achar melhor pegar todo esse recurso e devolver para o estado do Rio Grande do Sul. Então eu peço aqui a sensibilidade [de todos] — disse.
Além disso, o senador mencionou o remanejamento de emendas parlamentares e se comprometeu a destinar 10% de suas emendas para o Rio Grande do Sul. Ele destacou que seu estado, Minas Gerais, possui 853 municípios e que essa medida seria uma forma de contribuir para a reconstrução do RS.
— Vou pegar 10% dessas emendas que eu tenho impositivas, que vai dar média de R$ 5 milhões a R$ 6 milhões, e vou destinar para o estado do Rio Grande Sul. Faço questão de poder também deixar minha parcela de contribuição. Precisamos resolver esse problema o mais rápido possível. O que precisa ser feito no Rio Grande Sul, além de salvar vidas nesse momento, é a reconstrução do estado.
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