
Esta quinta-feira (8) marca os três anos dos atos antidemocráticos que destruíram parte das dependências das sedes dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. O Senado gastou cerca de R$ 2,3 milhões nos meses seguintes ao 8 de Janeiro de 2023 para recuperar os danos provocados pela invasão. Nos últimos três anos, também adotou diversas medidas para aumentar a segurança dos espaços físicos da Casa.
Uma dessas iniciativas foi a edição do Ato da Primeira Secretaria 1/2023 , no qual se determina que todos os colaboradores e visitantes do Senado devem ser submetidos a procedimentos de inspeção em pórtico e raio-x.
Foram instaladas películas antivandalismo nos principais acessos ao Palácio do Congresso Nacional, e o Senado adquiriu equipamentos destinados ao controle de distúrbios civis.
Os policiais legislativos passaram por treinamentos — como formação de operadores químicos, inteligência e condução de cães farejadores. E, ao longo dos últimos dois anos, foram admitidos mais de 160 novos policiais por meio de concurso público.
Devido à invasão de 8 de janeiro de 2023, o Senado executou ações para restabelecer suas instalações, incluindo reparos, manutenções e reformas.
Além disso, vários móveis e equipamentos tiveram de ser restaurados, renovados, reconstruídos, ajustados, alinhados, revitalizados ou substituídos. E houve melhorias em sistemas de segurança e infraestrutura tecnológica.
O Senado teve de contratar profissionais para reparos de engenharia, restauração de obras, objetos e mobiliários, além de investir na aquisição de equipamentos e insumos.
O valor total gasto para restabelecer instalações, bens e equipamentos do Complexo Arquitetônico do Senado Federal foi de R$ R$ 2.304.711,93.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Senado Federal.





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