
Um grupo de 26 policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope), a tropa de elite da Polícia Militar do Rio de Janeiro, vai receber, no salário de maio, a ser pago em junho, a bonificação que dada a agentes civis e militares responsáveis pela apreensão de fuzis quando estiverem em serviço ou durante a folga remunerada.
O decreto do governador Cláudio Castro instituiu o pagamento do bônus de R$ 5 mil por fuzil do crime organizado retirado de circulação. O valor deverá ser dividido pela equipe, caso a apreensão tenha sido feita por mais de um agente.
“Criei esse bônus não apenas como uma forma de estímulo aos policiais, mas também como uma ação estratégica dentro do plano de redução da letalidade policial. No ano passado, as forças estaduais de segurança apreenderam 732 fuzis; este ano, somente a Polícia Militar já apreendeu 264”, disse o governador Cláudio Castro.
Castro destacou também a necessidade de mudanças na legislação, com a aplicação de penas mais duras para criminosos pegos portando fuzis, que são armas consideradas de guerra.
Da apreensão até o pagamento do bônus, há uma série de protocolos determinados pelo decreto a serem seguidos, como por exemplo, o laudo pericial da arma, feito pelo Departamento Geral de Polícia Técnico-Científica da Polícia Civil, que dever ser juntado ao procedimento policial que originou a apreensão do fuzil.
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