
O Projeto de Lei 2110/24 permite a prisão imediata de pessoa com condenação criminal confirmada ou imposta por tribunal (segunda instância). O texto, em análise na Câmara dos Deputados, também muda as regras da prisão preventiva, previstas no Código de Processo Penal .
O deputado Delegado Ramagem (PL-RJ), autor do projeto, afirma que o texto visa acabar com a insegurança jurídica sobre o assunto.
Ele lembra que, em 2016, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu acatar a prisão de condenado em segunda instância. Três anos depois, em novo julgamento, a corte reverteu esse entendimento e determinou que o cumprimento da pena somente pode ter início após o fim de todos os recursos.
Para Ramagem, essa situação precisa ser regulamentada pelo Congresso Nacional. “O quadro descrito denota a carência de um urgente esclarecimento sobre o ponto, a ser feito autenticamente pelo legislador”, diz. Ele afirma ainda que não existe um impedimento constitucional contra a prisão após condenação em segunda instância.
Antecipação da pena
Em relação às regras sobre a prisão preventiva, o projeto de lei:
Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e pelo Plenário.
Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
Câmara Especialista propõe análise de custo-benefício para priorizar investimentos públicos em saúde e educação
Câmara Repasse de recursos de Vorcaro a Flávio Bolsonaro reforça pressão por CPI do Banco Master
Câmara Especialistas divergem sobre a constitucionalidade da redução da maioridade penal
Câmara Câmara aprova marco legal do transporte público coletivo
Câmara Governo quer fim da escala 6x1 e redução de jornada sem transição, afirma Boulos
Câmara Base do governo critica Flávio por pedido a Vorcaro para financiar filme
Câmara Frentes parlamentares criticam fim da "taxa das blusinhas" e apontam concorrência desleal
Câmara Enfermagem cobra em sessão na Câmara aprovação da jornada de 36 horas de trabalho para a categoria
Câmara Comissão aprova inclusão de procuradorias Federal e do Banco Central na direção superior da AGU